Antes de tentar acrescentar algo mais ao que já sabe sobre a meditação, faça o que tem de ser feito – pare e pratique! Não precisa de estar num lugar paradisíaco ou fazer seja o que for com os dedos ou pernas – precisa apenas de estar confortável.

Sente-se. Assegure-se de que nada o vai interromper, desligue o telefone ou coloque-o no silêncio. Feche os olhos, sorria de uma forma serena (para criar o sorriso, pode imaginar um bebé num berço, isso ajudá-lo-á a sorrir de uma forma mais natural). Mantenha sempre esse sorriso.

Agora, venha até ao seu centro maior – o seu coração.

Observe a vida que daí emerge e acontece.

Cada pulsar é uma onda de vida e oxigénio para as células e órgãos internos.

Cada pulsar é um reforço de presença existencial, inteligente e natural…

Fique aí a observar esse pulsar, e deixe-se diluir nessa imensidão de vida, que expressa a inteligência pura e natural, presente em todas as formas de vida!

Sempre que puder faça este exercício.

Bastam apenas 3 a 5 minutos, por cada paragem que faça, e se o fizer várias vezes ao dia, e diariamente, lentamente criará condições para encetar o processo que o ajudará a criar a condição ‘necessidade diária’!

Seja qual for a prática que faça, é sempre importante valorizar isso, no entanto, só você dentro de si saberá o quanto essa prática é suficiente para viver a vida de uma forma mais plena e feliz, ou não.

Este exercício pode ser o primeiro passo da grande jornada em si. Só que, mais uma vez, convém salientar que, se não o fizer, nunca o irá sentir!

Boa prática!

 

Por Joaquim Caeiro

Psicoterapeuta da Alma & Life Coach

 

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