É português e pioneiro do uso da hipnose com fins terapêuticas. Ainda poucos acreditavam na hipnose e já Alberto Lopes defendia uma terapêutica sem o uso de fármacos. Considerado um dos melhores profissionais de hipnoterapia em Portugal, possui uma rede de clínicas nas principais cidades do país. Recentemente, inaugurou uma elegante clínica no Porto. Nesta entrevista, Alberto Lopes, revela pormenores deste grande dia, fala sobre o reconhecimento do seu trabalho e do sucesso da sua rubrica, ‘O Poder da Mente’, exibida na SIC, no programa ‘Juntos à Tarde’. 

 

Tem um vasto currículo. É Neuropsicólogo, Hipnoterapeuta, Presidente da APHCH (Associação Portuguesa de Hipnose Clínica e Hipnoanálise), Palestrante, Formador e autor de vários livros de sucesso sobre hipnose. De onde surgiu a paixão pela hipnose e regressão?

De facto, a hipnose surgiu na minha vida como uma paixão à primeira vista, e senti que fazia parte do meu ADN. O meu despertar para a prática de hipnose clínica aconteceu há mais de 25 anos e foi casual. Quer dizer, certo dia assistia a uma exemplificação da prática de hipnose por um conhecido hipnólogo, Ruston Roseiro que, mais tarde, seria o meu primeiro Mestre nesta prática. Mas, na altura, eu era tremendamente cético sobre os fenómenos do transe e hipnose e, ingenuamente, para provar que a hipnose não funcionava comigo, resolvi voluntariar-me para uma demonstração. Afinal, era mais sugestionável à hipnose do que julgara inicialmente, pois entrei rapidamente numa espécie de sonho lúcido, característico do transe profundo.

E o que sentiu ao entrar em transe?

Primeiramente, senti uma sensação de profundo relaxamento e um bem-estar muito grande, e em momento algum perdi a consciência, que era um mito que eu também acreditava. Tendo a voz do hipnoterapeuta como guia, regredi à minha infância em segurança, onde aflorei alguns fragmentos do passado que eram significativos para mim e que fizeram compreender alguns comportamentos disfuncionais que tinha no presente. Confesso que foi tudo muito estranho, mas, ao mesmo tempo, tranquilizador e realmente libertador. Quando despertei do transe senti que era algo tão natural e agradável que pensei que queria fazer aquilo toda a vida. Ou seja, parafraseando o nosso Fernando Pessoa quando diz: «…primeiro estranha-se e depois entranha-se». Realmente, comigo foi assim. No princípio parecia-me algo estranho, mas entranhou-se nas veias e tornou-se tão familiar que disse para mim: quero fazer isto toda a vida (risos).

«A hipnose é uma técnica de grande abrangência clínica, uma prática terapêutica mais humanizada e natural e traz algo de novo à psicoterapia»

A hipnose tem vindo a ganhar destaque, tanto entre os profissionais de saúde, como pelas pessoas que procuraram métodos mais naturais e humanizantes. No que consiste a técnica de hipnose/regressão a vidas passadas e quais as suas vantagens terapêuticas?

A hipnoterapia é uma metodologia natural que procura atender as principais necessidades humanas, já que o seu manancial de técnicas facilita os processos de mudança em psicoterapia. Além disso, está demonstrado que o transe hipnótico facilita a ‘livre-associação’, ajudando enormemente o trabalho analítico em relação às fantasias inconscientes, sem as anular, julgar ou coisificar. A hipnose clínica é realmente uma técnica extraordinária e com o advento das neurociências passamos a conhecer a máquina mais extraordinária do Universo, o cérebro humano. Mas, infelizmente, o cérebro humano não traz um manual de instruções. Digo, por brincadeira, que a hipnose é o manual do cérebro que procuramos há séculos. Efetivamente, a hipnose é uma técnica de grande abrangência clínica, uma prática terapêutica mais humanizada e natural e traz algo de novo à psicoterapia. Contudo, admito que existem ainda preconceitos sobre a sua prática e sobre alguns fenómenos presentes num setting hipnótico. De facto, as pessoas de dentro e fora da profissão da psicologia e, sobretudo na área da hipnoterapia, ainda debatem calorosamente as suas vantagens e o fenómeno da regressão, nomeadamente, das pseudo-regressões a vidas passadas. No entanto, independentemente dos seus próprios pontos de vista, podemos interpretar este fenómeno da mente como uma metáfora para resignificar dramas e recalcamentos vividos no nosso passado. Em terapia de regressão clínica, o nosso objetivo não é provar nada. Nem se, de facto, os relatos são memórias reais ou fabulados. Nós lidamos com perceções e não memórias reais, por outras palavras, procuramos a verdade emocional e não a memória real. Não é o nosso objetivo provar se as perceções do cliente são memórias válidas ou fantasias, porque todos nós normalmente respondemos a perceções subconscientes como se fossem reais. Por exemplo, uma pessoa com medo de elevadores, porque ficou fechado num armário quando criança, responde ao perigo percebido, mesmo se a mente lógica souber que está agora num quarto ou num elevador que, pela lógica, é seguro e que não está no armário. Por isso, a sensação de taquicardia, medo e pânico não está no domínio da lógica, mas das experiências e emoção que trazemos do passado. E é importante ressaltar que este rico método terapêutico, que é a hipnoterapia, possui técnicas aplicáveis em todas as áreas da saúde física, mental/intelectual, psíquica, emocional e transpessoal.

Qualquer pessoa pode entrar num estado de hipnose?

Segundo as últimas investigações, existem pessoas que, por mecanismos próprios de defesa, não são hipnotizáveis no momento. No entanto, podem ser treinadas a fazê-lo, mas, para isso, é necessário algumas sessões de treino para que a mente se prepare para estados alterados de consciência. Uma das escalas de sugestionabilidade hipnótica mais conhecidas, Scale of Hypnotic Susceptibility – WSGC, por Cláudia Carvalho (Carvalho C. et al. 2006), já está validada e refere que cerca de 90% da população portuguesa é passível de ser hipnotizada. Os restantes, por mecanismo próprios de proteção, mostram-se resistentes à sugestão hipnótica.  Existem também algumas pessoas que padecem de alguns problemas psíquicos e não são, de todo, hipnotizáveis. Por exemplo, os lobotomizados do córtex frontal, portadores da doença de Alzheimer e algumas doenças neurodegenerativas que afetam a estrutura do córtex frontal, assim como, os portadores de Síndrome de Down, entre outros.

A hipnose é um estágio semelhante ao sono?

De todo! A hipnose não é sono, embora para um leigo possa parecer que a pessoa esteja a dormir. Importa perceber que entrar em transe é passar por um estado especial de atenção em que a mente do sujeito faz um mergulho introspetivo e se foca mais no seu interior, nas sensações, pensamentos e emoções internos, em detrimento dos ruídos exteriores. Contudo, importa esclarecer que a hipnose não é sono e os padrões e ritmos encefalográficos encontrados no EEG (Eletroencefalograma) assim o demonstram.

«Em momento algum uma pessoa em transe perde a consciência ou revela o que não quer»

Durante a hipnose a pessoa perde a consciência?

Jamais! Curiosamente, o mito da inconsciência é um mito comum e difícil de erradicar. Recordo que a hipnose não é amnésia, mas hipermnésia, quer dizer consciência expandida. Em momento algum uma pessoa em transe perde a consciência ou revela o que não quer. A pessoa em transe mantém-se lúcida e só falará das suas memórias se assim o desejar, mesmo que ocorra o fenómeno da hipermnésia, que é uma lembrança vívida de um facto esquecido. A pessoa hipnotizada só partilhará essas recordações se assim o entender que é útil para si. Recordo que o transe hipnótico é caracterizado por um estado de profundo relaxamento, onde o consulente mantém a lucidez e se mostra altamente responsivo às sugestões. A diferença é que na hipnose este recurso pode ser induzido e/ou reconduzido por um facilitador para promover recursos e soluções em busca de melhorias do consulente. Por outras palavras, em transe, pode-se observar que existe um aumento da concentração e da capacidade indutiva no indivíduo. Esta concentração pode ser direcionada para um trabalho psicológico e ou para aflorar e inocular traumas e memórias esquecidas e, muitas vezes, vividos em estado de drama no presente.

«Reconhece-se os benefícios no uso da hipnoterapia nas doenças psicossomáticas e dermatológicas»

Em que áreas se aplica a hipnose clínica?

Como disse, a hipnose clínica é uma técnica de grande abrangência clínica e as evidências científicas demonstram que a hipnose clínica pode ser usada com excelentes resultados no controlo da depressão, ansiedade e gestão do stress e ajuda a eliminar rapidamente quase todos os medos e fobias. É uma abordagem a ter em conta no controlo de adições, como a dependência de tabaco, álcool, perturbações alimentares, controlo e redução de peso. Também ajuda a resolver problemas de natureza sexual, por exemplo, disfunção erétil, vaginismo e ejaculação precoce. Ajuda na eliminação da dor crónica e a atenuar os efeitos quimio e radioterapêuticos em doentes oncológicos, fibromiálgicos e outros. Além disso, reconhece-se os benefícios no uso da hipnoterapia nas doenças psicossomáticas e dermatológicas, como a psoríase e lúpus, urticária nervosa, etc… Finalmente, o seu uso recente para combater os sintomas de doenças neurodegenerativas, como esclerose múltipla, fibromialgia, artrite reumatóide e quase todas a doenças reumáticas.

Foi um dos principais responsáveis pelo primeiro estudo sobre a hipnose no controlo da dor, realizado recentemente no serviço de neurologia do Hospital Santo António, com apoio de alunos do 4º ano de medicina do ICBAS da Universidade do Porto. O que revelaram os resultados?

Felizmente, já se faz boa investigação em hospitais e instituições de saúde com o uso da técnica hipnótica. Há um tempo atrás fui protagonista e colaborei numa importante investigação realizada no Hospital de Santo António, no Porto, em colaboração com alunos do ICBAS, da Universidade do Porto, com a aplicação da hipnose no controlo da dor. Era um estudo comparativo e tinha como desenho de investigação: Efeito da Hipnose versus Analgesia Opióide sobre a dor e potenciais evocados. Os resultados surpreenderam tudo e todos e foram inequívocos na importância do uso da técnica no controlo e modulação da dor. Realmente, a hipnose demonstrou ajudar a atenuar de forma natural e abrangente os estados agudos e a desprogramar a dor crónica, normalmente a mais difícil de erradicar com os analgésicos, devido à sua componente emocional envolvida. E os resultados desta e outras investigações estão à vista. Atualmente, a hipnose já é usada por profissionais em hospitais de saúde, como o Hospital Santa Maria, em Lisboa, ou como prática aceite no CHCB, no controlo para a dor de parto. Felizmente, já se olha para esta técnica, não como algo bizarro e descartável, mas como uma ótima ferramenta que pode trazer uma ‘lufada de ar fresco’ às inúmeras metodologias clássicas. As evidências científicas que se têm feito em todo o mundo demonstram o seu enorme potencial não só no controlo da dor, mas também ela é usada com resultados excelentes pela psicologia a psiquiatria, para controlar estados depressivos e ansiogénicos de uma forma notável. Ou seja, a hipnose pode ser considerada uma psicoterapia breve e naturalista que parte do pressuposto que temos recursos internos poderosos que promovem a cura e isso é apreciado pelos pacientes.

Coordena pessoalmente as suas 3 clínicas (Porto, Lisboa e Aveiro), dá várias entrevistas na televisão, forma profissionais, ministra palestras, é autor de inúmeros livros e, neste momento, tem a rubrica ‘Hipnose e Regressão – O Poder da Mente’, no programa ‘Juntos à Tarde’, na SIC. Este foi mais um grande passo para a desmistificação da hipnose em Portugal?

Foi um grande percurso ter contribuído para o reconhecimento e afirmação da hipnose no nosso país, sem dúvida. Desde cedo, intui que o reconhecimento da hipnose não seria imediata. Como sempre, existem os detratores e os inquisidores que, inevitavelmente, iriam insurgir-se contra a técnica, quer dizer, o seu reconhecimento como método terapêutico não era uma corrida de fundo, seria mais uma espécie de maratona e a resistência e o acreditar dos protagonistas seria a ‘pedra de toque’ que faria a diferença. Modéstia à parte, apesar de alguns exageros cometidos no início percurso, creio que apesar de tudo valeu a pena. Tenho orgulho de ter sido um dos pioneiros na defesa da hipnose com fins terapêuticos. Há mais de 25 anos que ousei falar das vantagens psicoterapêuticas no uso da hipnose, quando ela ainda era apresentada como espetáculo circense e em shows de ilusionismo. Aliás, assumo que eu próprio descobri a hipnose numa demonstração pública do fenómeno, mas desde cedo antevi o seu potencial psicoterapêutico e, naquela altura, poucos podiam imaginar o protagonismo que a hipnose clínica iria granjear no futuro. Mas, a necessidade de aprender mais sobre a hipnoterapia levou-me numa busca por conhecimento e fui ao estrangeiro em busca de técnicas clínicas para o uso da hipnose. Primeiro, fui aprender para Espanha, Holanda e depois Brasil e Estados Unidos. O meu objetivo seria buscar conhecimento para usar esta técnica milenar para uma cura sem fármacos. Comecei a fazer hipnoterapia em Portugal, em 1995, e o reconhecimento do meu esforço valeu-me um convite para ser o responsável do programa ‘O Sono da Verdade’. Este programa semanal sobre a hipnose de regressão que passou na SIC marcou uma época e despertou os portugueses para as maravilhas da hipnose de regressão. Finalmente, os portugueses identificaram os fantásticos poderes terapêuticos da técnica. Criei a minha primeira clínica no Porto, na viragem do milénio, seguiu-se Aveiro e Lisboa. Atualmente, as minhas clínicas são reconhecidas e regulamentadas pela ERS – Entidade Reguladora de Saúde e as minhas formações acreditadas pela DGERT. Procuro ter um corpo clínico sólido em formação constante nas minhas clínicas, reuni e formei os melhores profissionais e estamos presentes nas principais cidades do país e, devido à grande procura de pacientes pelos meus serviços, acabei de inaugurar recentemente um novo espaço no Porto, na Rua Santos Pousada, onde pretendo centralizar todos os meus serviços psicoterapêuticos e de formação em Hipnose Clínica.

«Quem assiste ao meu programa ‘O Poder da Mente’, que passa quinzenalmente na SIC, reconhece o incrível sucesso do nosso método hipnoterapêutico»

Já levou alguns casos de sucesso para a televisão…

Sim, inúmeros casos de sucesso, seja no controlo da depressão, nas perturbações de ansiedade e pânicos diversos. Quem assiste ao meu programa ‘O Poder da Mente’, que passa quinzenalmente na SIC, reconhece o incrível sucesso do nosso método hipnoterapêutico registado de Hipnose Clínica Integrativa®. As pessoas que vão ao programa são voluntárias e que buscam respostas aos seus problemas, nomeadamente de natureza psicológica, e que não encontraram solução noutras abordagens mais clássicas e deparam-se com melhorias notáveis em todos os sentidos. O que vemos na televisão são casos e testemunhos reais que realmente provam o sucesso da terapêutica da hipnose clínica aplicada pelos profissionais da minha equipa.

A Clínica Dr. Alberto Lopes conta com uma equipa de profissionais altamente capacitados, no sentido de responder da forma mais breve e eficaz a todas as solicitações

O seu trabalho é reconhecido não só em Portugal, como no estrangeiro. Como se sente ao saber que ao longo dos anos tem inspirado positivamente muitas pessoas?

Quem me conhece sabe muito bem a paixão que nutro pela hipnose clínica e de regressão. Sou presidente e responsável pela principal associação do setor, A Associação Portuguesa de Hipnose Clínica e Hipnoanálise (APHCH), e fui um dos pioneiros no ensino e uso da mesma com fins terapêuticos. Contudo, faço um alerta, a hipnose de regressão pode e deve estar disponível para mais pessoas que a ela queiram recorrer, mas importa muito passar uma imagem profissionalizante dos hipnoterapeutas e, para isso, existem as associações com os seus códigos de ética e responsabilização do uso clínico da mesma. Sou formador de hipnose clínica em Portugal e no Brasil, mas procuro sempre ensinar dentro de um marco teórico psicológico sólido e tendo incluso estágios clínicos integrados nas minhas formações. Devemos ser responsáveis, estamos a lidar com a mente humana, a hipnose não é brincadeira de crianças. A APHCH a que presido preocupa-se em formar hipnoterapeutas competentes, idóneos e responsáveis, na sua área de intervenção. E, sobretudo, que reúnam um conjunto de competências na área da saúde mental, hipnoterapêutica, filosóficas e até espiritual. A hipnose não é uma panaceia que tudo cura. Como todas as técnicas de saúde, tem as suas limitações, e mal conduzida pode provocar mazelas psicológicas muito difíceis de erradicar, por isso não devia ser feita por qualquer pessoa que não domine apropriadamente as técnicas hipnoanalíticas e hipnocomportamentais de restruturação cognitiva.   

No seu percurso profissional busca despertar o seu melhor e o melhor nas pessoas. Será este o segredo do seu sucesso e que o torna ‘único’, como referem muitos dos seus pacientes?

Não considero que tenha algum dom, ou ‘segredo’, tenho, sim, uma paixão tremenda pela aplicação terapêutica da hipnose. Relembro que a hipnose clínica é uma prática terapêutica muito antiga, tão antiga como a própria Humanidade, e que traz algo de novo à arte de curar. Importa que o público saiba que a hipnose é um método seguro e que podem usufruir dos seus poderosos efeitos se recorrerem a profissionais competentes e reconhecidos por associações reconhecidas no setor. Cada vez mais, a sua prática clínica e hospitalar é reconhecida e recomendada a todos os profissionais de saúde, e há já largos anos tem sido aplicada em grande parte da Europa e nos Estados Unidos, nas mais variadas situações de natureza clínica. Qualquer profissional formado nas áreas da saúde pode aprender a aplicar as técnicas hipnóticas no seu contexto de trabalho com ótimos resultados. Damos formação em Hipnose Clínica, Ericksoniana e Hipnose de Regressão, em Lisboa e no Porto para profissionais da área. Trabalho em colaboração estrita com a APHCH, na elaboração dos conteúdos programáticos das formações, visando cumprir os requisitos técnicos e deontológicos que o seu Conselho Científico recomenda a todos os profissionais de hipnose.

E por falar em sucesso, recentemente abriu um novo espaço no Porto. Conte-nos todos os pormenores desta inauguração…

Efetivamente, é a segunda clínica que nasce no Porto, na Rua Santos Pousada, número 1159, e foi uma necessidade de otimização de recursos e centralizar todos os meus serviços psicoterapêuticos e de formação em Hipnose Clínica num local mais amplo e com dignidade, devido à grande procura de clientes pelos nossos serviços. Além de amigos e profissionais da área que foram dar os parabéns e apadrinhar mais uma das clínicas, também estiveram na inauguração personalidades muito conceituadas e que fizeram questão de me parabenizar pelo sucesso deste novo projeto. O simpático casal Noronha, responsável médico da Seleção Portuguesa, a conhecida apresentadora de televisão Susana Guimarães e o famosíssimo médico Fernando Póvoas também foram brindar ao sucesso da nova clínica.

José Carlos Noronha (Médico da Seleção Nacional), Alberto Lopes e Fernando Póvoas (Médico) – Da Esquerda para a Direita
Alberto Lopes inaugurou recentemente um novo espaço no Porto, na Rua Santos Pousada, onde pretende centralizar todos os seus serviços psicoterapêuticos e de formação em Hipnose Clínica

A Clínica Dr. Alberto Lopes é uma referência no nosso país em tratamentos de hipnoterapia e regressão. Além de consultas e tratamentos, a clínica oferece ainda um leque de ações de formação nestas e outras áreas. Em colaboração com toda uma equipa de profissionais experientes, quais os serviços que a clínica disponibiliza?

Dizem que a pior dor é a dor sem sentido, mas em psicologia sabemos que a dor é um mecanismo de defesa, isto é, a dor ou nos constrói ou nos destrói. O método desenvolvido nas nossas clínicas, Hipnose Clínica Integrativa®, possui técnicas aplicáveis em todas as áreas da saúde física, mental/intelectual, psíquica, emocional. E, inquestionavelmente, a hipnose clínica e de regressão apresenta resultados admiráveis no controlo de perturbações psicológicas, gestão e controlo de stress, depressão, medos fóbicos e controlo de ansiedade, na resolução de perturbações psiquiátricas, perturbações alimentares, dermatologia e no controlo de maus hábitos, desenvolver novas habilidades, entre outros.

«Saber de onde vim e para onde vou são fundamentais para a saúde psíquica, para a harmonia, o prazer e a realização pessoal numa existência encantada»

Gostaria de deixar uma mensagem a todas as pessoas que reconhecem o seu trabalho, que o admiram enquanto profissional, e também àquelas que ainda desconhecem o mundo da hipnose de regressão?

Dizem que a vida é uma viagem e não um destino, e nesta viagem o desafio é cuidar mais do Ser em detrimento do Ter. Acredito que a hipnose de regressão pressupõe uma viagem interior, um mergulho introspetivo nos nossos potenciais adormecidos, em busca da essência do Ser, onde seguramente encontrará respostas às principais perguntas da vida. Tenho, para mim, que uma compreensão maior da nossa existência está na compreensão das tarefas inacabadas que trazemos do nosso passado longínquo, e que muitas vezes são a resposta essencial para resolver os dramas vividos no presente. Mark Twaim referiu: «Os dois dias mais importantes na vida de uma pessoa são o dia em que nasceu e o dia em que descobre para quê.» Saber de onde vim e para onde vou são fundamentais para a saúde psíquica, para a harmonia, o prazer e a realização pessoal numa existência encantada.

 

Tome nota!

No próximo dia 30 de setembro, em Lisboa, Alberto Lopes irá dar Formação Intensiva em Hipnose Clínica e Hipnoanálise (Nível I). Todos os interessados poderão, ainda, assistir à palestra de apresentação que se realiza no dia 29 de setembro (entrada livre).

Informações e Contactos:

Para saber mais sobre os tratamentos disponibilizados nas clínicas Dr. Alberto Lopes, formações ou marcar uma consulta, visite o site www.hipnoseeregressao.com ou contacte geral@hipnoseeregressao.com / 225 361 573.

 

Por Tânia Martins

Jornalista

Editora HealthAdvisor

Fotos: Cedidas pelo entrevistado

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